domingo, 26 de julho de 2009

Motivos para ler

A Editora Civilização lançou um passatempo para este verão que pode ser encontrado aqui. Para se participar, é necessário dizer-se a 10 amigos os motivos que nos levam a ler. A titulo de exemplo, são apresentados alguns motivos. De entre os apresentados, estes são os meus preferidos:

Descansar do computador
Posso ter esse prazer em qualquer lugar
Viajar sem sair do lugar
O livro é melhor que o filme
Ter um sono tranquilo
Viver grandes emoções
Anti-stress

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Tenho direito à tristeza

Tenho direito à tristeza tal como tenho direito à alegria, à paz e à saúde.
Vivemos num mundo em que é sinal de fraqueza estar triste ou frustado. É sinal de descontrole estar zangado. Parece que não somos bem vistos quando não está tudo bem.
Mas a vida não é perfeita. Nem tudo corre bem. Nem tudo vai sempre bem. Assim, tenho direito a estar triste, a me sentir desiludido e frustrado.
E com o direiro à tristeza, tenho o direito de chorar. Chorar para expressar a tristeza. Chorar para me libertar. Chorar para mostrar que sou maior.
No fundo, estar triste e chorar para viver. E para continuar a viver.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Vaidade

Sonho que sou a Poetisa eleita,
Aquela que diz tudo e tudo sabe,
Que tem a inspiração pura e perfeita,
Que reúne num verso a imensidade!

Sonho que um verso meu tem claridade
Para encher todo o mundo! E que deleita
Mesmo aqueles que morrem de saudade!
Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!

Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
Aquela de saber vasto e profundo,
Aos pés de quem a Terra anda curvada!

E quando mais no céu eu vou sonhando,
E quando mais no alto ando voando,
Acordo do meu sonho... E não sou nada!...

(Florbela Espanca)

Sonetos de Florbela Espanca

Há uns anos comprei o livro Sonetos de Florbela Espanca editado pela Bertrand. Este livro inclui todos os sonetos publicados nos seguintes livros: Livro de Mágoas, Livro de Soror Saudade, Charneca em Flor e Reliquiae.

São cerca de 160 sonetos que tenho vindo ler a um ritmo bastante lento e ainda não terminei.

Irei deixar aqui os meus preferidos.


domingo, 12 de julho de 2009

Frase interessante

«Escrever é usar as palavras que se guardaram: se tu falares de mais, já não escreves, porque não te resta nada para dizer.»

Encontrei esta frase na aba da capa do novo livro de Miguel Sousa Tavares - No teu deserto. Penso que a frase tem muito de verdade. Não resisti a colocá-la aqui.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Leituras

Sobre estas andanças, ainda estou de volta do Nunca desista dos seus sonhos e da Ficções 7 (este não é para se ler, é para se ir lendo). Os Contos de colarinho branco, A Saga de um pensador e O Prazer da leitura estão terminados. Como enriquecer na bolsa com Warren Buffett foi colocado de lado.

Estou a ler também A Morte de Ivan Ilitch, de Leon Tolstoi.

Mia Couto

Nunca li nada deste escritor moçambicano, mas já faz algum tempo que tenho uma certa curiosidade. Como vou tendo também uma curiosidade crescente em ler Pepetela e José Eduardo Agualusa.

Com o lançamento de Jerusalém, talvez seja desta que compro um livro do Mia Couto. Para ler nestas férias. Juntamente com No teu deserto, de Miguel Sousa Tavares.

Novo livro de Miguel Sousa Tavares

O novo livro de Miguel Sousa Tavares, No teu deserto, foi lançado no dia 7, passada terça-feira.

Na semana passada, aproveitanto o facto de durante o mês de Julho os portes de correio serem oferecidos, encomendei o livro no site da Bertrand. Era referido também no site que as primeiras 20 encomendas recebiam o livro autografado pelo autor.

No próprio dia 7 recebi o livro pelo correio, não paguei os portes de correio como anunciado e o livro vinha autografado pelo autor.

O silêncio da madrugada

4.21. Madrugada. As crianças dormem, a mulher da minha vida repousa. Eu acordei e vim para o escritório onde estou há cerca de 15 minutos simplesmente olhando as prateleiras cheias de livros e sem vontade nenhuma de voltar para a cama. De facto, a vontade é de ficar por aqui e deixar-me embriagar. Pelo silêncio da madrugada.