terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Contagem decrescente

A leitura deste livro não estava planeada mas apeteceu-me fugir às leituras que tinha planeado para este final de ano. Assim, nestas férias de Natal joguei mão a Contagem decrescente de Ken Kollett. A edição era das Seleções do Livro do Reader's Digest.

Lembro-me de que há uns anos li, também numa edição das Seleções do Livro, O martelo do paraíso deste mesmo autor. Na altura lembro-me que li esse livro num dia - como se bebesse um copo de água de um trago só.

Agora, com a Contagem decrescente, cheguei ao fim do livro com uma sensação de insatisfação. Como se tivesse terminado uma refeição e tivesse ficado com fome. Penso que terá devido ao facto de esta edição ser uma edição condensada do texto integral do romance.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O poder de um abraço

Um abraço de 20 segundos basta para que o cérebro liberte oxitocina, a chamada hormona do amor, que deixa as pessoas mais calmas e sociáveis e faz disparar os circuitos de confiança do cérebro. Para manterem os mesmos níveis de oxitocina, os homens precisam de ser tocados duas a três vezes mais do que as mulheres.

(in 100 factos, mitos, surpresas e explicações sobre o seu corpo - edição nº393 da revista SÁBADO) 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Junta-se o útil ao agradável

No artigo 100 factos, mitos, surpresas e explicações sobre o seu corpo publicado no nº 393 da revista SÁBADO li que o café pode diminuir a resistência à insulina e reduzir o desenvolvimento da diabetes em 25%.

Ora, se for pelo consumo de café não virei a ser diabético de certeza.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Citação

"Quando fecha um livro, o leitor ideal sente que se não o tivesse lido, o mundo ficaria mais pobre." - Alberto Manguel

Encontrei esta citação no blogue 7leitores.

Firmin


   Comprei este livro já faz uns 2 anos na Fnac online. Fui atraído pelo sub-titulo do livro que diz "Uma história para todos aqueles que sentem paixão pelos livros e que não perderam a capacidade de amar". Como me enquadro na descrição, pensei "vou gostar deste livro, por certo" mas enganei-me.
   Este foi até um daqueles livros cuja leitura terminei porque não gosto de deixar livros a meio e como são só 155 páginas pensei "ok, faço um esforçozito e levo isto até ao fim". Para mim, desde cedo a leitura deste livro se torna enfadonha e de pouco interesse. No entanto, devo dizer que concordo com Mário Zambujal no comentário que faz a este livro "Nunca mais poderemos falar de ratos de biblioteca esquecendo Firmin".
   Firmin é o personagem do livro. É uma ratazana macho que nasce numa livraria, tem 12 irmãos e filho de uma mãe alcoólica que tem apenas 12 tetas. Firmin foi o enjeitado.
   A história do livro é sobre a vida de Firmin que é contada na 1ª pessoa pelo próprio.
   Ao fazer um périplo pela Internet, pelos blogues que versam sobre literatura, vejo que este livro está muito bem "cotado". Ora, eu não apreciei o livro pelo seu registo - o livro acaba por ser um registo unilateral da vida de Firmin, um monólogo quase, e este não é o tipo de registo de que goste.
   Também, o livro tem pouca ação. Para mim, tem que haver mais personagens, mais diálogos, mais locais de ação, mais situações.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Indecisão

   Quando termino a leitura de um livro (acabei agora a leitura de Firmin de Sam Savage), fico sempre num dilema: qual o livro que vou ler a seguir?
   Por vezes ao terminar um já sei antecipadamente qual o livro que se segue mas quando isso não acontece a decisão instala-se: "qual o livro que vou ler de seguida?"
   Fico sentado na cadeira do meu escritório, de cotovelos na secretária olhando em volta as prateleiras e pensando "Um clássico? Literatura contemporânea? Dan Brown? Eça? José Rodrigues do Santos? Um policial? Um romance histórico? Agatha Christie? Mary Higgins Clark? Nicholas Sparks? Roberto Bolano? José Eduardo Agualusa? Pepetela? Um livro de contos? Um romance? Um Nobel? Um livro de 200 páginas? Um de 400/500 páginas?"

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Novo Acordo Ortográfico

Confesso que me faz "impressão" escrever ato, ator, atriz, atuação, direção, seleção, direto, objetivo e outras tantas palavras em que, com o novo acordo, deixamos de escrever a consoante que afinal de contas já há muito que deixamos de pronunciar.

Mas, vendo bem, até existe um determinado grau de simplificação nisto.

Citação

"Não há melhor fragata que um livro para nos levar a terras distantes" - Emily Dickinson

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Citação

"Quem não sente a ânsia de ser mais, não chegará a ser nada." (Miguel de Unamuno, 1864 - 1936)

Gostei desta frase.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Adele - Someone Like You

Não sou grande apreciador de música. Aliás, aprecio música. Não sou é grande seguidor das novidades, concertos e por aí adiante. De facto, tomo conhecimento das novidades musicais apenas pelo que oiço na rádio.

Foi dessa maneira que tomei conhecimento da cantora britânica Adele. Os seus temas mais conhecidos são Someone Like You e Rolling in the Deep. Quem ouve rádio com alguma regularidade por certo já ouviu estes ou outros temas dela.

Há uns dias passei na Fnac e, na zona da música, estava a passar o DVD do concerto da Adele no Royal Albert Hall em Inglaterra. O tema Someone Like You, numa palavra: avassalador! Ou, dito na língua de Sua Majestade: breathtaking!

Os meus livros?

Penso que, comparando com a maioria das pessoas, devo ter uma quantidade apreciável de livros. Nunca os contabilizei mas calculo que o número deva rondar os 400.

Mas, característica especial dos meus livros, na 1ª ou 2ª folha logo a seguir à capa não consta o meu nome como o seu legitimo proprietário. Não. Para mim, um livro só se torna meu depois de o ler. Antes de isso, não passa de um conjunto de folhas entre duas capas.

Quando termino a leitura de um livro, aí sim escrevo o meu nome e o mês e ano em que terminei a sua leitura. Pois apenas nessa altura considero o livro verdadeiramente meu.