quarta-feira, 18 de abril de 2012

Acho que a minha bagagem literária apresenta défice a alguns níveis, nomeadamente, no que respeita a autores portugueses, no que respeita a autores premiados (os Nobel, por exemplo) e no que respeita aos clássicos, sejam eles de autores portugueses ou estrangeiros.

Assim, decidi incutir um certo grau de sistematização às minhas leituras. Em concreto, a minha intenção é que, em cada 5 livros que venha a ler:
- 1 seja de autor português;
- 1 seja um clássico;
- 1 seja de um autor galardoado (Nobel da literatura, Man Booker, etc);
- 2 livros à minha escolha.

Vamos lá ver como é que isto corre.   

terça-feira, 17 de abril de 2012

A Filha do Capitão

A Filha do Capitão é o segundo romance de José Rodrigues dos Santos. Já tinha lido o Codex 632 e A Fórmula de Deus que foram escritos posteriormente mas este tinha ficado para trás.

Resolvi pegar nele agora e li-o em pouco mais de 2 semanas.

Não tenho muito a acrescentar a tudo o que já foi dito sobre este livro. Mais uma vez, acho que o autor conseguiu uma boa peça de literatura. Leva-nos a bons momentos na companhia das palavras.

Penso que é de louvar o trabalho de pesquisa que o autor desenvolveu para que lhe fosse possível a minúcia de detalhes sobre o cenário de guerra na Flandres em que Portugal esteve envolvido na I Grande Guerra.

O desenlace da história é bastante tocante e deixou-me a pensar sobre a barbárie que é a guerra que leva a que mulheres percam os seus maridos, filhos percam os seus pais, pais percam os filhos. Enfim, famílias e amizades que são destroçadas pela perda de entes queridos. E a pergunta é legítima - para quê afinal?

domingo, 1 de abril de 2012

Impressão inicial

Do livro de que falo aqui, e que comecei agora a ler, já li 110 páginas e a minha impressão inicial é de que se trata de um belo romance - José Rodrigues dos Santos é, de facto, um nato contador de histórias.

Tenho por certo de que é apenas uma questão de dias até devorar as restantes quinhentas páginas para chegar ao fim do livro...