domingo, 27 de maio de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Francisco José Viegas
Confesso que nunca li nenhum livro deste autor que agora é o Secretário de Estado da Cultura. Talvez esteja em breve.
domingo, 20 de maio de 2012
Os direitos inalienáveis do leitor
Ao ler este post no Acordo Fotográfico, fui levado a este outro post noutro blogue e recordei-me dos Direitos Inalienáveis do Leitor enumerados por Daniel Pennac.
Já faz uns bons anos que li Como um Romance, de Daniel Pennac, onde o autor enumera os Direitos Inalienáveis do Leitor, que são:
1. O direito de não ler
2. O direito de saltar páginas
3. O direito de não acabar um livro
4. O direito de reler
5. O direito de ler não importa o quê
6. O direito de amar os "Heróis" dos romances
7. O direito de ler não importa onde
8. O direito de saltar de livro em livro
9. O direito de ler em voz alta
10. O direito de não falar do que se leu
Se quiserem, aqui têm os direitos em inglês e num registo mais cómico.
Já faz uns bons anos que li Como um Romance, de Daniel Pennac, onde o autor enumera os Direitos Inalienáveis do Leitor, que são:
1. O direito de não ler
2. O direito de saltar páginas
3. O direito de não acabar um livro
4. O direito de reler
5. O direito de ler não importa o quê
6. O direito de amar os "Heróis" dos romances
7. O direito de ler não importa onde
8. O direito de saltar de livro em livro
9. O direito de ler em voz alta
10. O direito de não falar do que se leu
Se quiserem, aqui têm os direitos em inglês e num registo mais cómico.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
O teu rosto será o último
Comprei este livro na Feira do Livro de Lisboa deste ano. Foi o único livro que comprei para mim e, claro, entre tanta oferta a escolha foi difícil - muito difícil, de facto.
Acabei por optar por este livro por duas razões, principalmente - trata-se de um autor português e trata-se de uma obra premiada.
Quanto à obra em si, não conheço as outras obras que concorreram ao Prémio Leya 2011, mas penso que a distinção terá sido merecida.
A escrita de João Ricardo Pedro faz-me lembrar Gonçalo M. Tavares (o único que livro que li deste autor foi Jerusalém, também uma obra premiada) pelo uso de frases sucintas que nos permitem "ver" o texto como se de um registo fotográfico se tratasse.
Outro pormenor muito interessante acerca deste livro é que cada capítulo poderia ser lido como se de um conto se tratasse. No entanto, o livro tem um principio e um fim. Ou, talvez não... Chegados à última página, ficamos suspensos como se tivéssemos chegado sem que, de facto, o tivéssemos feito...
Acabei por optar por este livro por duas razões, principalmente - trata-se de um autor português e trata-se de uma obra premiada.
Quanto à obra em si, não conheço as outras obras que concorreram ao Prémio Leya 2011, mas penso que a distinção terá sido merecida.
A escrita de João Ricardo Pedro faz-me lembrar Gonçalo M. Tavares (o único que livro que li deste autor foi Jerusalém, também uma obra premiada) pelo uso de frases sucintas que nos permitem "ver" o texto como se de um registo fotográfico se tratasse.
Outro pormenor muito interessante acerca deste livro é que cada capítulo poderia ser lido como se de um conto se tratasse. No entanto, o livro tem um principio e um fim. Ou, talvez não... Chegados à última página, ficamos suspensos como se tivéssemos chegado sem que, de facto, o tivéssemos feito...
sábado, 12 de maio de 2012
Na Feira do Livro de Lisboa 2012
Já faz uns anos que queria vir à Feira do Livro de Lisboa, com tempo e calma para vaguear pelos vários expositores e desfrutar da experiência. Penso que há uns 5 ou 6 anos tive oportunidade de vir mas foi uma experiência tão fugaz que mal me recordo dos pormenores.
Bem, estou cá agora e, para mim, isto é um festim! Enquanto uns se sentiriam nas nuvens num concerto de um qualquer artista famoso como a Madona ou os Cold Play, aqui na Feira, no meio dos vários expositores, rodeado de livros, com alguns autores em sessões de autógrafos, sinto-me em grande - uma magnifica experiência para o primeiro de uns dias de férias.
Logo após aqui chegar fui tomado pelo sentimento que seria inevitável - a frustração daquilo que em micro economia se chama restrição orçamental.
Passei os olhos pelos expositores dos alfarrabistas e de alguma editoras menos conhecidas mas onde acabei por me perder foi nos expositores das editoras do Grupo Leya.
Como já tinha decidido que apenas iria comprar um livro para mim, para não incorrer em mais tentações, optei logo por um autor português e premiado. Comprei O teu rosto será o último de João Ricardo Pedro, vencedor do Prémio Leya 2011.
Claro que não posso vir à Feira sem investir algum dinheiro em livros com o objetivo de alimentar nas minhas filhas o gosto pela leitura. Comprei-lhes os seguintes livros:
- A noite dos animais inventados de David Machado
- O som das lengalengas de Luísa Ducla Soares (ilustrações de João Vaz de Carvalho e música de Daniel Completo)
- O Bolinha visita um amigo de Eric Hill
Levo A noite dos animais inventados e O som das lengalengas autografados pelos autores, o que por certo vai deleitar as minhas filhotas.
Após as compras e para fugir ao calor que se fazia sentir, sentei-me num banco de jardim numa sombra agradavelmente fresca e comecei a ler O teu rosto será o ultimo.
Antes de ir embora, sento-me junto a uma roulote de comes-e-bebes e mato a sede com uma cerveja bem fresca.
Em retrospetiva, verifico que gastei apenas 37,20 euros o que, dada a evolvente do evento, penso que significa um verdadeiro esforço de contenção orçamental.
Apenas uma nota final sobre a questão das promoções e dos preços. O livro Cronica de um pássaro de corda de Haruki Murakami tem um PVP de 23,90 euros. Na Feira está ser vendido com 20% de desconto, ou seja, a 19,10 euros. Mas, comprado por esta altura na Fnac Online, esse livro custa 14,34 euros, ou seja, um desconto de 40%...
Bem, estou cá agora e, para mim, isto é um festim! Enquanto uns se sentiriam nas nuvens num concerto de um qualquer artista famoso como a Madona ou os Cold Play, aqui na Feira, no meio dos vários expositores, rodeado de livros, com alguns autores em sessões de autógrafos, sinto-me em grande - uma magnifica experiência para o primeiro de uns dias de férias.
Logo após aqui chegar fui tomado pelo sentimento que seria inevitável - a frustração daquilo que em micro economia se chama restrição orçamental.
Passei os olhos pelos expositores dos alfarrabistas e de alguma editoras menos conhecidas mas onde acabei por me perder foi nos expositores das editoras do Grupo Leya.
Como já tinha decidido que apenas iria comprar um livro para mim, para não incorrer em mais tentações, optei logo por um autor português e premiado. Comprei O teu rosto será o último de João Ricardo Pedro, vencedor do Prémio Leya 2011.
Claro que não posso vir à Feira sem investir algum dinheiro em livros com o objetivo de alimentar nas minhas filhas o gosto pela leitura. Comprei-lhes os seguintes livros:
- A noite dos animais inventados de David Machado
- O som das lengalengas de Luísa Ducla Soares (ilustrações de João Vaz de Carvalho e música de Daniel Completo)
- O Bolinha visita um amigo de Eric Hill
Levo A noite dos animais inventados e O som das lengalengas autografados pelos autores, o que por certo vai deleitar as minhas filhotas.
Após as compras e para fugir ao calor que se fazia sentir, sentei-me num banco de jardim numa sombra agradavelmente fresca e comecei a ler O teu rosto será o ultimo.
Antes de ir embora, sento-me junto a uma roulote de comes-e-bebes e mato a sede com uma cerveja bem fresca.
Em retrospetiva, verifico que gastei apenas 37,20 euros o que, dada a evolvente do evento, penso que significa um verdadeiro esforço de contenção orçamental.
Apenas uma nota final sobre a questão das promoções e dos preços. O livro Cronica de um pássaro de corda de Haruki Murakami tem um PVP de 23,90 euros. Na Feira está ser vendido com 20% de desconto, ou seja, a 19,10 euros. Mas, comprado por esta altura na Fnac Online, esse livro custa 14,34 euros, ou seja, um desconto de 40%...
Estou na zona de restauração do Atrium Saldanha. Há pouco almocei um menu no Sushi Corner (adoro sushi!) e sentei-me aqui numa zona aberta a beber um café e ler Kim de Rudyard Kipling (Nobel da literatura no longínquo ano de 1907).
A leitura não é interessante e já fechei o livro. De facto, este livro estará fechado para mim definitivamente. Pelo menos, nos próximos tempos. Ocorre-me algo que ouvi Manuel António Pina dizer, que foi algo como isto "quando a leitura de um livro não é interessante, ou pelo menos não é tão interessante como gostaríamos que fosse, não vale a pena insistirmos; há tantos livros interessantes à espera de serem lidos que não faz sentido insistirmos num de que não estamos a gostar".
Bem, sem livro para ler (isto é um problema temporário porque só estou aqui a fazer tempo para ir à Feira do Livro), comecei a reparar nas pessoas...
Do ponto de vista da arquitetura e do espaço, este Centro Comercial tem um aspeto jovem e moderno pese embora já tenha 13 anos, e acho que isso se reflete nas pessoas que o frequentam. Parece-me que as pessoas que me rodeiam hoje aqui são também jovens e modernas.
A leitura não é interessante e já fechei o livro. De facto, este livro estará fechado para mim definitivamente. Pelo menos, nos próximos tempos. Ocorre-me algo que ouvi Manuel António Pina dizer, que foi algo como isto "quando a leitura de um livro não é interessante, ou pelo menos não é tão interessante como gostaríamos que fosse, não vale a pena insistirmos; há tantos livros interessantes à espera de serem lidos que não faz sentido insistirmos num de que não estamos a gostar".
Bem, sem livro para ler (isto é um problema temporário porque só estou aqui a fazer tempo para ir à Feira do Livro), comecei a reparar nas pessoas...
Do ponto de vista da arquitetura e do espaço, este Centro Comercial tem um aspeto jovem e moderno pese embora já tenha 13 anos, e acho que isso se reflete nas pessoas que o frequentam. Parece-me que as pessoas que me rodeiam hoje aqui são também jovens e modernas.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Citação
O escritor Somerset Mougham disse "Adquirir o hábito de ler é construir para si próprio um refúgio contra quase todas as misérias da vida."
Estou em crer que assim é, de facto.
Estou em crer que assim é, de facto.
terça-feira, 8 de maio de 2012
sábado, 5 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
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