sexta-feira, 30 de março de 2012

634 páginas!!

Faz alguns dias que iniciei a leitura de A Filha do Capitão de José Rodrigues dos Santos.

O livro tem 634 páginas e, se não estou em erro, o outro livro de tamanho semelhante que já li foi O Rio das Flores de Miguel Sousa Tavares.

A minha filha mais velha, que tem 9 anos, deu com o livro em cima da arca frigorífica da cozinha, tomou-lhe o peso, verificou quantas páginas tinha e encetou o seguinte diálogo:

- Pai, tu sabes quantas páginas tem este livro?
- Seiscentas e trinta e qualquer coisa. Porquê?
- Pai! Tu tens que ler um livro com 634 páginas!?
- Não filha. O pai não tem que ler, o pai lê porque gosta...

Contos Policiais

Foi em maio de 2009 que adquiri este livro num daqueles impulsos de olhar para a prateleira, ser "chamado" pela capa, pegar o livro, ler a contracapa e as badanas e decidir "vou levá-lo".

Trata-se de uma coletânea de contos escritos por autores portugueses (os nomes estão na capa). Penso que, dos autores, apenas Francisco José Viegas tem tarimba no género policial.

Em Portugal não existe uma tradição muito forte à volta deste género e penso que este conjunto de contos policiais permite perceber isso.

O único conto de que não gostei foi o de Valter Hugo Mãe. Não pela história em si mas pela maneira de escrever do autor: uma escrita corrida, sem maiúsculas, tendo como única pontuação vírgulas e pontos finais.

Quanto aos outros, tratando-se de contos, têm aquela característica própria - podemos "digerir" um em jeito de refeição diferente, alternando com a leitura e outro (ou outros) livros que estejamos a ler.

quarta-feira, 28 de março de 2012

terça-feira, 27 de março de 2012

O livro que se segue

Como tenho algumas "pontas soltas" no que à leitura diz respeito, vou ler o ultimo conto de Contos Policiais (como o nome indica, trata-se de um livro de contos policiais; a peculiaridade é que os contos são todos da autoria de autores portugueses; a coordenação é de Pedro Sena-Lino) e esse fica arrumado.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Sputnik, meu amor

Li o meu primeiro livro de Haruki Murakami no verão de 2010. Na altura, um amigo falou-me dos livros deste autor e, em jeito de experimentação, comprei O Elefante Evapora-se.

Trata-se de um livro de contos, que é precisamente o estilo literário que permite, sem grande perda de tempo, perceber se gostamos de um determinado autor.

Li O Elefante Evapora-se em meia dúzia de dias, durante as férias. Recordo-me de que cada conto deixava em mim um sabor de perplexidade - fruto da capacidade de Murakami de transformar o banal e o ordinário em algo surreal e inverosímil. 

Agora, com o lançamento recente dos dois primeiros livros da trilogia 1Q84 de Murakami, a minha atenção voltou-se novamente para este autor japonês.

Aproveitei uma promoção da Fnac em que, na compra de 1Q84, vol. 2 recebia de oferta o livro Sputnik, meu amor. Aproveitei e comprei também o 1º volume de 1Q84.

Voltei então a ler Murakami - optei por Sputnik, meu amor que acabei de ler há pouco.

O que posso dizer é que a minha experiência de leitura de Murakami mantêm-se: no final fico com um sabor a irrealidade que me deixa perplexo, direi mesmo desconcertado.

E, como referi ontem aqui no blogue, acho que já estou "agarrado" pela escrita deste autor que é considerado por muitos como um autor de culto.

domingo, 25 de março de 2012

Haruki Murakami

Faz algum tempo que um amigo compartilhou comigo algumas impressões suas sobre os livros de Haruki Murakami. Fiquei curioso e comprei O Elefante Evapora-se.

Li o livro em 3 ou 4 dias das férias de verão de 2010. Penso que nessa altura não fiquei logo "apanhado" pela escrita do Murakami. Fiquei apenas atordoado por um jeito diferente de escrever.

Agora estou a meio de Sputnik meu amor e acho que já fui apanhado mesmo. Ou muito me engano ou já estou agarrado.

Penso que agora só tenho uma solução que é adicionar os livros de Murakami à minha dieta literária e ir degustando os seus livros um a um.

domingo, 18 de março de 2012

Uma Aventura na Cidade

Na minha adolescência li alguns livros da coleção Uma Aventura de Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães. De facto, quem não leu?

Na altura, todos os livros que li pertenciam, ou à biblioteca da escola ou à Biblioteca Municipal. De modo que não tinha nenhum livro desta coleção entre a minha biblioteca pessoal que deve rondar cerca de 1.000 livros.

Há algum tempo atrás pensei que talvez fosse boa ideia começar a adquirir toda a coleção para mais tarde oferecê-la às minhas filhas, atualmente com 6 e 9 anos. E assim comecei a fazer. Já tenho pouco mais de metade da coleção.

Também, porque não gosto de oferecer livros que eu próprio não tenha lido, eu próprio estou a ler a coleção - ao mesmo ritmo a que tenho vindo a comprar os livros, isto é, a pouco e pouco.

Terminei o 1º livro da coleção agora mesmo. Critica? Já me recordo porque razão gostava tanto dos livros na altura...

Claro que na altura as história tinham um efeito sobre mim e agora parecem-me um bocado insípidas...

quinta-feira, 15 de março de 2012

Sentimento esquisito

Tenho uma sensação esquisita.

Faltam 20 minutos para a meia-noite e já toda a minha prole repousa. 

Quanto a mim, sinto-me sonolento e se me deitasse sei que dormia mas não quero isso. 

A televisão não me diz nada - é para mim um fastio cada vez maior. 

Olho para o ecran do computador enquanto oiço a RFM.

Ler seria uma excelente coisa a fazer agora, não fosse o aborrecimento que é começar hoje a leitura de um livro e não lhe poder dar seguimento nos próximos dias.


segunda-feira, 5 de março de 2012

Encruzilhada

Quando termino a leitura de um livro, deparo-me sempre com um problema: e agora, o que é que vou ler a seguir?

Não que não tenha por onde escolher. O "problema" está precisamente em que tenho tantos livros para ler que nunca sei qual o próximo a escolher.

Juntos ao luar

Do famoso autor norte-americano Nicholas Sparks já tinha lido Um momento inesquecível, Corações em silêncio e Uma promessa para toda a vida. Ontem terminei Juntos ao luar.

Nicholas Sparks é um daqueles autores ao qual nos faz bem voltar de tempos a tempos pois os seus livros têm o dom de nos amolecer o coração...

Quanto ao livro Juntos ao luar, numa palavra: soberbo. E com um final verdadeiramente tocante que nos deixa sem palavras. A ler, de facto.

Book passion

No blogue Booklovers, encontrei este texto:

"Few pleasures, for the true reader, rival the pleasure of browsing unhurriedly among books: old books, new books, library books, other people’s books, one’s own books—it does not matter whose or where. Simply to be among books, glancing at one here, reading a page from one over there, enjoying them all as objects to be touched, looked at, even smelt, is a deep satisfaction. And often, very often, while browsing haphazardly, looking for nothing in particular, you pick up a volume that suddenly excites you, and you know that this one of all the others you must read. Those are great moments—and the books we come across like that are often the most memorable."

Só compreende este texto quem de facto é um Booklover!

domingo, 4 de março de 2012

Caminhada matinal

Poucas outras coisas me dão tanto prazer como começar o dia bem cedo com uma caminhada, com o sol ganhando força num céu limpido enquanto sentimos a cidade a despertar da sua quietude e tudo começa a ganhar vida para mais um dia.