domingo, 11 de dezembro de 2011
Firmin
Comprei este livro já faz uns 2 anos na Fnac online. Fui atraído pelo sub-titulo do livro que diz "Uma história para todos aqueles que sentem paixão pelos livros e que não perderam a capacidade de amar". Como me enquadro na descrição, pensei "vou gostar deste livro, por certo" mas enganei-me.
Este foi até um daqueles livros cuja leitura terminei porque não gosto de deixar livros a meio e como são só 155 páginas pensei "ok, faço um esforçozito e levo isto até ao fim". Para mim, desde cedo a leitura deste livro se torna enfadonha e de pouco interesse. No entanto, devo dizer que concordo com Mário Zambujal no comentário que faz a este livro "Nunca mais poderemos falar de ratos de biblioteca esquecendo Firmin".
Firmin é o personagem do livro. É uma ratazana macho que nasce numa livraria, tem 12 irmãos e filho de uma mãe alcoólica que tem apenas 12 tetas. Firmin foi o enjeitado.
A história do livro é sobre a vida de Firmin que é contada na 1ª pessoa pelo próprio.
Ao fazer um périplo pela Internet, pelos blogues que versam sobre literatura, vejo que este livro está muito bem "cotado". Ora, eu não apreciei o livro pelo seu registo - o livro acaba por ser um registo unilateral da vida de Firmin, um monólogo quase, e este não é o tipo de registo de que goste.
Também, o livro tem pouca ação. Para mim, tem que haver mais personagens, mais diálogos, mais locais de ação, mais situações.
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